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Bonito por fora não é laudo.

Quando um veículo já sofreu colisão ou passou por reparos, a possibilidade de identificar o que aconteceu depende dos vestígios que permaneceram, dos documentos disponíveis, do acesso ao veículo e da pergunta que a perícia precisa responder.

Se a dúvida envolve colisão, reparo, sinistro ou condição técnica do veículo, conheça também o serviço de perícia veicular da Engera.

Carro reparado ainda pode deixar evidências?

Pode. Reparos podem deixar alterações em componentes, pontos de fixação, soldas, acabamento, alinhamento, espessura de pintura, geometrias e substituições.

O que uma perícia veicular pode analisar?

Avarias e deformações aparentes, sinais de reparo, compatibilidade entre danos observados e um evento alegado, registros fotográficos, ordens de serviço, notas fiscais, histórico de reparos e demais documentos disponíveis.

Dano estrutural é a mesma coisa que peça repintada?

Não. Um veículo pode ter peças repintadas por motivos diversos, sem que isso signifique automaticamente dano estrutural.

Fotos antigas ajudam?

Ajudam quando são confiáveis e permitem relacionar o estado anterior ao atual. Fotografias do acidente, da desmontagem e do reparo podem preservar informações que já não estão visíveis depois da montagem.

Perícia veicular serve só para processo judicial?

Não. A análise técnica também pode ser útil antes de uma compra, em negociação entre comprador e vendedor, em discussões sobre reparos, sinistros, oficinas ou seguradoras e em outras situações extrajudiciais.

Vistoria cautelar e perícia são a mesma coisa?

Podem ter objetivos e escopos diferentes. A perícia é estruturada para responder a uma questão técnica específica, especialmente quando existe controvérsia, dano, falha, sinistro ou necessidade de fundamentação.

CTA final
Vai comprar um veículo ou existe uma discussão sobre reparo, colisão ou sinistro? Antes de decidir, pericie.